O show
Como eu imaginava, o show de Lafayette e os Tremendões foi sensacional. Um verdadeiro bailão. Em condições normais, todo mundo no Lapa Multishow deveria estar dançando e se acabando. Só que, sabe-se lá porque, só uma galerinha lá na frente e alguns gatos pingados espalhados conseguiram aproveitar como deveria. Quando eu digo que o público de BH é meio bundão e blasé, é a isso que me refiro. Além, é claro, de ser difícil.
Me lembro do Diogo, do Los Porongas, dizendo que no primeiro show deles aqui, na Obra, havia um cara que ficou o tempo todo na frente dele, encarando, com os braços cruzados, “avaliando” o que estava acontecendo.
Anyway, problema de quem não se divertiu.


rodrigo, meu velho, não tem jeito.
bhz orbita entre rock clássico e axé music.
com o sertanejo correndo por fora.
e um resquício de metal.
não temos bandas punk, não temos história de punk, como sampablo ou brasília.
e concorde ou não, punk tá muito mais ligado com rock novo, alternativo, indie ou o rótulo que queira do que qualquer outro dos tipos mencionados anteriormente.
uma pena, eu só soube do show do los porongas dois dias depois.
perdi lafaiete e os tremendões, apesar de já saber desse show.
supercordas eu vi dois dias depois.
nem divulgação direito nós temos.
vamos amargar pra sempre no sertanejo e axé, meu velho.
sinto muito.
hasta.
a.
caro alexandre,
sertanejo e axé é uma praga que existe em todo o país, mas sempre existiram alternativas a isto. ainda bem.
goiânia também não tem tradição punk rock e hoje é a capital do rock no brasil. simplesmente porque o público lá quis.
e não concordo que não existe divulgação. o campeonato mineiro de surfe estava em todos os jornais, tevês, rádios e sites. acho que os eventos são divulgados para o público certo, nos locais certos. segmentados. não adianta muito divulgar para quem não se interessa por isto.
enquanto houver gente como nós, haverá boas bandas e eventos.
e cá entre nós, BH vive uma era muito feliz de bandas. basta procurar por aí. quem quer, vai atrás.
Concordo com James.
Moro em Itaúna/MG, e como sempre estou a procura de bons shows em BH, sempre axo, por ser uma pessoa que vê a cena por fora, axo q existe uma boa divulgação (principalmente de eventos da Obra, alto falante e da 53 hc). Produtores estão importando em não ficar na mesmice do hardcore, isso é importante pra Minas!