Rodrigo James

Harder, faster, improved

La Tosqueria

Os bróders Jeff, Robinho e Gutz vão abrir um bar em breve aqui em BH. La Tosqueria vai funcionar onde era o Bar do Gibi, na Cláudio Manoel, em frente ao Obar.

Para saber mais informações, cliquem no blog que eles criaram para o empreendimento.

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | noite | | Não Há Comentários

Créu do senhor

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | musica | | Não Há Comentários

Macca e os significados escondidos

Esta semana apareceu uma história de que a música “Mister Bellamy”, que está no último disco de Paul McCartney, Memory Almost Full seria sobre sua ex-mulher Heather Mills. Inclusive o título seria um anagrama de “Mills betray me” (Mills me trai).

Aproveitando o fato, a Rolling Stone listou algumas canções que tiveram seus significados escondidos (ou não) ao longo do tempo. Veja algumas:

• The Beatles – “Lucy in the Sky with Diamonds” – Uma pintura feita pelo filho de John Lennon ou uma referência a LSD.

• Peter Gabriel – “In Your Eyes” – Esta música (e a “Rosanna”, do Toto) seriam sobre a atriz Rosanna Arquette, de Procura-se Susan Desesperadamente.

• Neil Diamond – “Sweet Caroline” – Depois de anos de especulação, Diamond revelou que a Caroline em questão era mesmo Caroline Kennedy.

• Brian Eno – “King’s Lead Hat” – Um anagrama de “Talking Heads,” cujo segundo álbum Brian produziria.

• Jimi Hendrix – “The Stars that Play with Laughing Sam’s Dice” – Como “Lucy in the Sky,” uma aparente referência a LSD.

• Nine Inch Nails – “Starfuckers, Inc.” – Sobre Marilyn Manson e Courtney Love.

• Derek & the Dominoes - “Layla” – A canção de amor de Eric Clapton sobre Pattie Boyd, a esposa de George Harrison, que se tornaria sua esposa alguns anos mais tarde.

• Carly Simon – “You’re So Vain” – A vítima do insulto de Simon ainda é desconhecida e um dos grandes mistérios da música pop até os dias de hoje, mas as apostas vão de Mick Jagger a Warren Beatty.

• Peter, Paul and Mary – “Puff the Magic Dragon” – Pode ser ou pode não ser sobre fumar um baseado.

• Pink Floyd – “Pigs (Three Different Ones)” – Sobre a ex-Primeira Ministra Britânica Margaret Thatcher e a versão britânica de Tipper Gore, Mary Whitehouse.

• Don McLean – “American Pie” – Sobre as mortes de Buddy Holly, Ritchie Valens e Big Bopper num acidente aéreo.

• Guns N’ Roses – “Mr. Brownstone” - Heroína.

• Thom Yorke – “Harrowdown Hill” – Sobre o suicídio do expert em armas biológicas David Kelly, que morreu misteriosamente (possivelmente assassinado) em 2003.

• Phil Collins – “In the Air Tonight” – A lenda urbana diz que Collins teria testemunhado um afogamento em que um homem poderia ter ajudado a vítima, mas não o fez.

• The Ohio Players – “Love Rollercoaster” – Supostamente, alguém morre aos 2min32seg da música.

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | musica | | Não Há Comentários

Ryan Phillipe e Jay Leno

Phillipe foi ao programa de Leno para promover seu filme Stop-Loss. De repente a conversa envereda para um lado estranho. Leno começa a perguntar para Phillipe sobre seu primeiro papel em Hollywood, um gay em uma novela. Phillipe responde mas está visivelmente desconfortável.

O resto está aqui:

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | celebridades, cinema, televisão | | Não Há Comentários

Super fim de semana em BH

Ontem teve show de lançamento do Somba, além de Toquinho e MPB4 no Freegells.

Agora, já percebeu o tanto de coisa que tem hoje?  Vamos enumerar.

Fernanda Takai no teatro Dom Silvério

Maria Rita no Chevrolet Hall

Carolina Diz no Teatro Marília

Enne no E-Pop

Lobão no Freegells

Milton Nascimento na Praça da Estação de graça

E amanhã:

Skank na Praça da Estação de graça

Fora o show da lançamento do disco da Marina Machado na segunda no Palácio das Artes, com canjas de Milton e Samuel Rosa. 

E aí? Vai reclamar que não tem nada pra fazer na cidade hoje e ficar em casa? Só lamento que vou perder vários shows porque não dá pra ir em tudo. Mas nos vemos mais tarde na Fernanda Takai e, se der tempo, no Carolina Diz.

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | shows | | 2 Comentários

Mauro Betting e o Galo

De todos os textos publicados esta semana sobre o centenário do Galo, talvez do do Mauro Betting tenha sido o melhor.

Para quem não leu, aqui vai:

COISAS QUE SÓ O ATLETICANO ENTENDE

por Mauro Beting

O melhor lance do Atlético não foi num jogo. Foi fora dele. Foi numa
derrota. Minto, num empate de um time invicto, o supervice-campeã o
do BR-77.

Não foi o melhor jogo ou jogada. Mas não teve nada mais atleticano
que aquilo: depois da derrota nos pênaltis para o São Paulo,
Mineirão e Brasileirão estupefatos pela queda sem derrota de um
senhor time de bola, os jogadores baqueados e barreados pela chuva e
pela lama se abraçaram no gramado e assim foram ao vestiário.

Foi a primeira vez que vi a cena reverente que virou referência.
Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra). Nenhum
jogador estava jogando pra galera. Era fato. Time e torcida estavam
juntos naquele abraço doído e doido. Como tantas vezes o atleticano
esteve junto com o time. Qualquer time.

Nada é mais atleticano que aquilo: um time que se comportou como o
torcedor. Solidário na dor, irmão no gol. O atleticano é assim: tem
a coragem do galo, mas não a crista. Luta e vibra com raça e amor.
Mas não se acha o dono do terreiro.

Sabe que precisa brigar contra quase tudo e contra quase todos. Até
contra o vento, na célebre imagem de Roberto Drummond. Aquela que
fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma
tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o
atleticano escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria
contra o vento durante a tormenta.

Não é metáfora. É meta de quem muitas vezes fica de fora da festa.
Não porque quer. Mas porque não querem. Posso falar como jornalista
há 17 anos e torcedor não-atleticano há
41: não há grande equipe no país mais prejudicada pela arbitragem.
Os exemplos são tantos e estão guardados nos olhos e no fígado. Não
por acaso, o atleticano acaba perdendo alguns jogos e títulos ganhos
porque acumulou nas veias as picadas do apito armado.

Algumas vezes, é fato, faltou time. Ou só sobrou raça. Mas não
faltou aquilo que sobra no Mineirão, no Independência, onde o Galo
for jogar: torcida. Pode não ser a maior, pode não ser a melhor,
pode até se perder e fazer perder por tamanha paixão, cobrando gols
do
camisa 9 como se todos fossem Reinaldo, pedindo técnica e armação no
meio-campo como se todos fossem Cerezo, exigindo segurança e
elegância da zaga como se todos fossem Luisinho.

Mas não se pode cobrar ninguém por amar incondicionalmente.

O atleticano não exige bola de todo o time. Não cobra inspiração de
cada jogador. Quer apenas ver um atleticano transpirando em cada
camisa, em cada posição, em cada jogada. Por isso pede para que o
time lute. É o mínimo para quem dá o máximo na arquibancada.

A maior vitória atleticana é essa. Mais que o primeiro Brasileirão,
em 1971, mais que o vice mais campeão da história do Brasil, em
1977. Os tantos títulos e troféus contam. Mas tamanha paixão, essa
não se mede. Essa é desmedida. Essa é a essência atleticana.

Essa é centenária.
Essa é eterna.

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | esporte | | Não Há Comentários

Radiohead de volta ao estúdio

Outro disco? Ninguém sabe ainda.

thom yorke

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | musica | | Não Há Comentários

Tapinha não pode. Tapa sim.

Não sou defensor nem detrator do funk carioca e adjacências. Na verdade, acho até que é uma manifestação interessante da cultura popular carioca.

Por isso acho que a decisão da Justiça Federal de Porto Alegre que condenou a Furacão 2000 a pagar uma multa de R$ 500 mil por conta da música “Um Tapinha Não Dói” é ridícula. A coisa fica ainda mais ridícula quando a mesma justiça libera a música “Tapa Na Cara”.

Mais detalhes sobre isto? Aqui.

Sábado, Março 29, 2008 Escrito por Rodrigo James | musica | | 1 Comentário