Clipe novo do Gnarls Barkley
Como sempre, eles capricharam. Este é mais do que surreal:
RIP Lucianetti
Vou reproduzir um post feito por Flávia Durante em seu blog, que eu assino embaixo:
Foi assassinado ontem em Floripa Rodrigo Lucianetti, figura clássica e querida das listas de discussão Indie Brasil e Poplist. Digo assassinado pois dirigir bêbado agora É CRIME e mesmo assim alguns desgraçados teimam em fazê-lo. Ai de quem vier reclamar da Lei Seca na minha frente…
Quem no início dos anos 2000, antes dos Soulseek e Rapidshare da vida, não tirou proveito do site www.esss.com.br/~rodrigo, que abasteceu a coleção de mp3 de muitos? Os discos do Ronnie Von, de Jorge Ben, o Racional do Tim Maia, experimentalismos, hip-hop underground, vários lançamentos e discos brasileiros obscuros ele gentilmente disponibilizava por lá. Não eram raros os dias em que o site saía do ar devido ao grande e inesperado número de acessos. Mas ele se recusava a colocar uma senha e restringir seu acesso pois sua intenção era disseminar a boa música.
“Vocês não têm idéia de quanto email eu tenho recebido de gente que pirou com os álbuns do site. A seção Brasil foi um sucesso internacional, o que teve de gringo que “descobriu” que amava música brasileira não ta escrito. Sem contar o fenômeno Ronnie Von. Se a coisa tiver que ficar muito restrita, só pra galera iniciada, acho que o site vai perder a razão de existir, pois pra isso temos o soulseek. O esquema de limitar a largura de banda e usuários torna o acesso ao site mais chato, porém é mais democrático. Na real eu gostaria de ter um servidor megaxyultrahiperhighpowers” (e-mail para a Poplist)
Tive ainda a sorte de ter recebido uma tape chain dele em 2001. E uma mensagem muito carinhosa em meu aniversário em 2003: “Sabes que tu és a minha indie preferida.” Curioso como a morte de uma pessoa que poucos chegaram a conhecer pessoalmente tenha comovido tanto. Mas com certeza muitos de nós somos gratos a ele. Valeu, Rodrigo! ;”)
Muse e o jazz
Baixei em Brasília no sábado para assistir ao show do Muse no Porão do Rock.
Sinceramente, não consigo entender alguém gostar de rock e não gostar do Muse. Eles tem um pouco de tudo o que é preciso: punch, melodia, boas canções, ótimos músicos (não dá pra distinguir qual é o melhor), um show inacreditavelmente bom (mais tarde, texto no Alto-falante) e carisma.
E para os que dizem que houve dublagem, digo: não existe isso. Matt Bellamy toca com guitarra midiada e tem uma extensão vocal impar (coloquei isso aqui embaixo). Por isso dá a impressão de que existe alguma coisa fora do lugar. Ou muito dentro do lugar, como é o caso. Mas é quase um afronte falar que eles dublam algo.
Um dia depois, apresentei pela terceira vez consecutiva, um dos palcos do Savassi Festival. Um evento mais do que vitorioso, que reúne um público diferenciado, bonito, etc.
Videos do Muse daqui a pouco. Videos e fotos do Savassi Festival vou ficar devendo porque o cansaço não me permitiu fazer.
Já as fotos do Muse….



