The Music Cube
Quer passar o resto do dia sem fazer nada, jogando uma espécie de Imagem & Ação da música (ok, o título não é meu, mas achei bem bom)?
The Music Cube é a pedida.
Quer passar o resto do dia sem fazer nada, jogando uma espécie de Imagem & Ação da música (ok, o título não é meu, mas achei bem bom)?
The Music Cube é a pedida.
Já ouviram falar nisso? Não sei se é uma síndrome existente na prática ou apenas uma sigla inventada. O fato é que a tal Depressão Pós-Viagem existe sim e me afetou esta semana.
Como bem disse Flávio Christo, o mito, é duro quando a gente adentra à Cristiano Machado depois de decolar de Paris. É um verdadeiro choque. Um choque que é agravado pela situação do país, os escândalos políticos, a chuva no Rio, uma dor na perna que não vai embora e a mediocridade da mente cultural de Belo Horizonte. Sim, isso tudo aconteceu de domingo para cá. É ou não motivo suficiente para querer voltar pra lá?
Não sei exatamente se aqui é meu lugar, como diz a canção. Mas que no último dia eue stava com um misto de vontade de ficar com vontade de vir embora, eu estava.
Agora é hora de voltar à rotina, ao trabalho e quem sabe já começar a planejar a ida do ano que vem.
foi quanto eu paguei agora à noite em uma garrafa de vinho aqui em Paris para ser degustada em casa. E segundo o pessoal aqui de casa, em supermercados a média é 3,50.
É ou não é pra ficar muito bêbado e não ter a vontade de voltar pro Brasil?
Depois de me rastejar da casa do Leonel até a estação de Waterloo e de lá para o Eurostar graças à minha mochila rasgada e à minha mala, cujas rodinhas estão quebradas, consegui chegar ontem à noite em Paris.
E Paris….bem, Paris é Paris né. Uma cidade para se ver e ponto final. Porque nem tentem comprar nada por aqui. Hoje tomei a água mineral mais cara da minha vida.
Mas ainda bem que tenho amigos como o Henrique, que conhecem a Paris barata e de graça. Lá vamos nós para um pub onde a entrada é gratuita e toda segunda oferece três shows. Mas já me avisaram que a cerveja é cara por lá.
Enfim, férias é férias e vamos lá!
Sabem o efeito Wilco? Aquele que em outubro de 2005 deixou varios de nos com o queixo caido e mudou a vida de muita gente durante o show no Tim Festival?
Pois e. Rolou novamente comigo aqui em Londres. Mais especificamente ontem a noite, com o show do Cowboy Junkies no projeto Don’t Look Back. Aquele em que artistas tocam seus discos na integra. Neste caso, o disco era o classico “Trinity Sessions”.
Detalhe: participacao especial de Ryan Adams na guitarra, tocando o tempo todo, cantando algumas musicas.
Detalhe 2: foi no Royal Albert Hall. E eu estava la na frente.
Nao me recuperei ate agora. Fotos e videos depois.
Um pouco da historia do rock ali na minha frente. Precisa dizer que passei horas la dentro olhando tudo?
Mais fotos depois.
cheguei ontem e por estar em um computador londrino, nao usarei acentuacoes.
Por enquanto, apenas uma pergunta: onde foram parar as mulheres feias de Londres? Por enquanto so vi as belas. Alias, as belas e as maravilhosas. Incrivel.
Então é isso. Daqui a duas horas embarco para um giro europeu. Nem tão giro assim. Ao contrário da minha última passagem pelo Velho Continente, me concentrarei em poucos porém belos e valiosos lugares.
Prometo dar updates sobre a viagem aqui mesmo neste blog. Au revoir.
Meu sumiço é justificado.
Neste último final de semana aconteceu a primeira edição do Festival Garimpo, que este ano teve como pretexto a comemoração dos 10 anos da Obra e do Alto-falante, mas esperamos que caminhe com suas próprias pernas a partir de 2008.
Em termos de público, superou nossas expectativas. Alguns problemas aconteceram, lógico, mas num geral foi tudo ótimo. Um grande prazer fazer este evento ao lado do pessoal da Obra. E que venham os próximos. Em breve, no Alto-falante (site, tv e rádio)
E agora é contagem regressiva para férias. Na sexta, a esta hora (do Brasil), já devo estar em Londres. Depois, Paris.
Minha memória anda ruim. Ruim mesmo. Ando anotando tudo em papéis, cadernos e agenda, mas às vezes não me lembro onde anotei, se anotei e quando anotei. Isso tudo para não esquecer das coisas. Sim, minha vida anda um caos.
Mas ainda assim, consigo dormir e acordar pensando em alguma música. Sempre foi assim durante toda minha vid, mas recentemente um fenômeno acontece: acordo pensando na mesma música há um bom tempo. Falei dela aqui há alguns post. É a “Foundations” da Kate Nash. Acho que ando meio obcecado por ela. Hoje mesmo ela frequentou meu player na Aorta durante um bom tempo. Por que isso? Qual seu segredo?
Tentei desvendar um pouco dela aqui.
Ah, e antes que você fiquem com uma dó danada da minha pessoa, digo que vou tirar férias. Em outubro. Mais detalhes neste espaço nas próximas semanas.
E vem aí o Festival Garimpo. Uma semana antes das minhas férias….
Na caixa de diálogo aqui do Blogger, onde escrevo meus posts, existe um espaço lá embaixo destinado a tags. Eu posso a todo momento criar uma tag nova ou incluir um post dentro de uma já criada.
Os três exemplos de tags que eles dão são? patinetes, férias e outono.
Portanto, vou criar estas três tags e escrever algo agora para incluir nas três juntas. Lá vai:
“Mal posso esperar passar o outro para que eu tire férias. Já separei minhas patinetes e demais apetrechos para um mês fora.”
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Publicitário. Jornalista. Music freak. Áudio e visual. Day and night. Belo Horizonte. Mundo. Dj. Produtor. Galo. Programa Alto-falante. Aorta Entretenimento. Festival Garimpo. Verdade e mentira. Vai encarar?
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