Rodrigo James

Harder, faster, improved

Tim, o veredito

A verdade é: o fim de semana no Rio, o sol, a praia, a cerveja e os passeios valeram muito mais a pena do que o festival em si. Nada foi imperdível.

No segundo dia, o melhor ficou por conta do Gogol Bordello. Clima de festa, pop-indie-axé-samba-cigano. Divertidíssimo!

Antes, o Neon Neon despontou como a grande revelação do festival, com um som oitentista. Klaxons foi bom, mas apenas isso. Só empolga mesmo nos três hits.

Já Marcelo Camelo foi competente ao extremo. Seu som funciona muito com o Hurtmold e em alguns momentos fez um show emocionante.

E nada mais. Não puder esperar para ver Dan Deacon dado ao adiantado da hora e a necessidade de sono. Mas ok. O mais fraco Tim Festival da história deve ter acendido um sinal vermelho na Dueto e no patrocinador. Mudança já para o ano que vem. Eu tenho algumas idéias. Alguém quer contratar minha consutoria?

A propósito: fotos, videos e cobertura completa em breve aqui e no Alto-falante.

domingo, outubro 26, 2008 - Posted by | musica, shows

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