Rodrigo James

Harder, faster, improved

O feriadão, até agora

Tempo de reflexão, tempo de rever os planos, tempo de blá blá blá.

Aqui, como todos os anos, Natal é tempo de colocar a vida cultural em dia. Some-se a isto um fim de ano chuvoso em Belo Horizonte e o resultado é uma total imersão em livros, música e, principalmente, filmes e séries. Vamos ao balanço da última parte, até agora:

1. Cadillac Records. A história da Chess Records e de seus fundadores, Leo Chess e Muddy Waters. Entre muitas histórias de álcool, duelos musicais e talentos subestimados, ótimas performances de Mos Def (Chuck Berry) e Beyoncé (Etta James) para ficarmos em apenas duas. De quebra, fui procurar uma espécie de coletânea da gravadora e encontrei isto. Ítem obrigatório para quem gosta de boa música.

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2. JCVD. Um filme bizarro. Jean Claude Van Damme interpreta ele mesmo, Jean Claude Van Damme. Um ator decadente que volta para sua terra natal, em busca de novas oportunidades na carreira. Lá chegando, se envolve em um mal entendido, sendo tomado como um ladrão de uma loja dos correios. Se não por toda esta bizarrice, já valeria por um monólogo dramático do próprio Van Damme, mostrando toda sua capacidade dramática. Sim, você leu isso. Um monólogo de Van Damme. Está esperando o que para baixar?

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3. Mad Men – segunda temporada. Se não é a melhor série dramática da atualidade, rivaliza com outras poucas (True Blood, talvez). Se na primeira temporada fomos apresentados a Don Draper, sua família e o cotidiano da agência de publicidade Sterling Cooper, onde ele ocupa o cargo de diretor de criação, na segunda temporada assistimos a uma espécie de desconstrução disto tudo. Sua família, a agência e o mundo que o circunda. De quebra, vemos alguns dos personagens secundários indo para caminhos bastante interessantes, como a ambiciosa Peggy Olsen (Elizabeth Moss), a deliciosa Joan Holloway (Christina Hendricks) e, principalmente, a esposa de Draper, Betty (January Jones). De quebra, o casal central, Don e Betty Draper, são dois dos personagens mais ricos já vistos na tv. Some-se a tudo isto as intepretações magistrais de Jones e Jon Hamm e temos uma série imperdível. Vi os treze episódios quase que de uma sentada e mal posso esperar pela terceira temporada.

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sábado, dezembro 27, 2008 - Posted by | cinema, musica, televisão

2 Comentários »

  1. se vc me copiar o JCVD eu te compro um queijo.

    Comentário por _Gabriel | domingo, dezembro 28, 2008 | Responder

  2. Eu ainda tô criando coragem para o JCVD. Um dia eu vejo, quem sabe ainda em 2009.

    Comentário por johnpereira | segunda-feira, dezembro 29, 2008 | Responder


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